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sábado, setembro 26, 2009

Desobediência Civil

“Civil disobedience is not our problem. Our problem is civil obedience. Our problem is that people all over the world have obeyed the dictates of leaders…and millions have been killed because of this obedience…Our problem is that people are obedient allover the world in the face of poverty and starvation and stupidity, and war, and cruelty. Our problem is that people are obedient while the jails are full of petty thieves… (and) the grand thieves are running the country. That’s our problem.”

«A desobediência civil não é o nosso problema. O nosso problema é a obediência civil. O nosso problema é que pessoas por todo o mundo têm obedecido os ditames dos líderes ... e milhões têm sido mortos por causa desta obediência...O nosso problema é que as pessoas são obedientes por toda a parte em face da pobreza e da fome, e da estupidez, e da guerra, e da crueldade. O nosso problema é que as pessoas são obedientes enquanto as cadeias estão cheias de ladrões sem importância... (e) os grandes ladrões governam o país. Esse é o nosso problema"

— Howard Zinn - Historiador norte-americano
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segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Henry Ford e Thomas Edison

«The United States, the greatest Government in the world, wishing $40,000,000 to complete a great public benefit is forced to go to the money sellers to buy its own money. At the end of thirty years the Government not only has to pay back the $40,000,000 but it has to pay 120 per cent interest, literally has to pay $88,000,000 for the use of $40,000,000 for thirty years... Think of it. Could anything be more childish, more unbusinesslike!»
Henry Ford e Thomas Edison em entrevista ao New York Times em 1921(?).

Esta citação poderia aplicar-se aos dias de hoje numa crítica à obsessão da União Europeia em reduzir o défice a todo o custo, quando ao mesmo tempo se insiste, nomeadamente em Portugal, em negócios ruinosos para o país através de todo o tipo de parcerias publico-privadas sustentadas por operações financeiras que comprometem o nosso futuro, mas garantindo rendas a uns quantos.

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quinta-feira, fevereiro 12, 2009

"Contas Nacionais de Bem-Estar"

"Gross National Product counts air pollution and cigarette advertising and... the destruction of the redwood and the loss of our natural wonder in chaotic sprawl. It does not allow for the health of our children, the quality of their education or the joy of their play... the beauty of our poetry or the strength of our marriages. It measures everything, in short, except that which makes life worthwhile."
Robert Kennedy, 1968


A New Economics Foundation (esta é uma organização que depende do apoio do público - os materiais que publica são disponibilizados gratuitamente) acaba de lançar o projecto "National Accounts of Well-being". Trata-se de uma proposta detalhada para que os governos alterem os critérios com que medem a riqueza produzida pela sociedade, o tradicional Produto Interno Bruto (PIB). Como refere a citação de Robert Kennedy, não faz sentido considerar a publicidade ao tabaco como algo positivo na contabilização da riqueza produzida.
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quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Sobre a Honestidade

"Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade." — Citação atribuída a Sócrates - Filósofo grego (469 AC - 399 AC)

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quarta-feira, novembro 19, 2008

Muito actual!




Sobre a crise financeira
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quarta-feira, novembro 12, 2008

John Stuart Mill


«Confesso que não me sinto deslumbrado com o ideal de vida defendido pelos que pensam que lutar é o estado normal dos seres humanos para poderem seguir em frente; que os atropelos, os apertões, as cotoveladas e as ofensas mútuas [...] constituem o quinhão mais desejável reservado à humanidade [...] É quase escusado dizer que uma situação estacionária do capital e da população não implica um estado idêntico do aperfeiçoamento humano. Continua a haver o mesmo espaço de sempre para desenvolver todas as formas de cultura mental e de progresso moral e social, bem como para melhorar a arte de viver. E muito mais possibilidades de ela ser melhorada»

in John Stuart Mill, The Collected Works of John Stuart Mill, Volume III - The Principles of Political Economy with Some of Their Applications to Social Philosophy (Books III-V and Appendices)


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quarta-feira, novembro 05, 2008

Paraísos Fiscais


«A ruptura deu-se com a grande vaga de desregulação financeira que, em cinco anos, entre 1979 e 1984, rebentou todas as barreiras nacionais à circulação de capitais. Enquanto os princípios de transparência e de globalização dos mercados eram protegidos, enquanto a informação financeira explodia em volume e em tecnicidade, o princípio da soberania e da opacidade era deliberadamente reforçado nos paraísos fiscais, ao contrário da ordem do mundo. Na Antígua, por exemplo, os poderes públicos jamais procederam a qualquer recenseamento preciso do número de empresas inscritas no registo do comércio.
Não se trata de um fenómeno natural, independente da nossa vontade. Na sua quase totalidade, estes territórios são antigas feitorias das colónias britânicas, francesas, espanholas, ou holandesas. Desenvolveram-se no nosso seio. São apenas sucursais de Londres, Nova Iorque, Tóquio, Frankfurt ou Paris, onde está o coração da finança. O jogo duplo não é inocente. Como se fosse necessária uma certa opacidade para garantir margens que a transparência devora.
Há alguns anos, o procurador do Condado de Nova Iorque, Robert Morgenthau, denunciou essa hipocrisia a propósito das ilhas Caimão, um dos dez primeiros centros financeiros do planeta. "A opacidade é a palavra mestra. Em matéria de regulamentação, a praça ganha o prémio do laxismo. No entanto, as ilhas Caimão pertencem à Coroa Britânica. O seu governador, tal como o seu ministro da Justiça, são nomeados por Londres. O Reino Unido tem, portanto, o poder de pôr fim ao deixa-andar na sua colónia mas não faz nada. Da mesma maneira, sob o ponto de vista financeiro, o arquipélago é uma dependência norte-americana - na realidade, a maior parte dos bancos offshore das ilhas Caimão é gerida por Wall Street. Washington também pode pôr fim às manigâncias offshore. Mas ninguém se mexe."1
É um desvio do direito, um abuso político cujo preço deverá ser pago pelas gerações futuras.» o futuro é hoje! digo eu!!

1 The New York Times, de 10 de Outubro de 1998

in Est-ce dans ce monde-là que nous voulons vivre? publicado em Portugal pela Editorial Inquérito em 2003. Autora: juíza franco-norueguesa Eva Joly - famosa pelo caso Elf.
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quinta-feira, maio 08, 2008

O que é o Ultraliberalismo?


A propósito desta discussão no Klepsýdra, por vezes não é fácil perceber o real significado de chavões como neoliberalismo ou ultraliberalismo, quando falamos de sistemas económicos. Estamos realmente a falar de quê?

Nesta citação, retirada do capítulo Deteriorating Oil and Food Security de um livro já aqui referido, encontramos uma pista interessante:

«Darrin Qualman, Director of Research for the National Farmer´s Union of Canada says, "The problem isn´t simply Peak Oil ... . The problem is the combination of Peak Oil and an economy system in which ... «no one is in control». Ours is a system where it is no one´s job to look past next year´s profits, to take stock of how this year´s production might affect next decade´s weather, ... where we become ever more dependent on energy despite the fact that no one is keeping an eye on the fuel gauge.»

Ora, quando ninguém tem o sistema sob controle, a tendência é para que vença o mais forte, para que se tenda para o caos, para que o interesse público seja preterido face a interesses particulares, para que interesses imediatos se sobreponham aos de gerações futuras, etc.
Quando a afectação de recursos é deixada exclusivamente ao critério do mercado, a ética não conta e por isso vemos, por exemplo, que pouco importa que se morra de fome se for economicamente mais rentável utilizar cereais para produzir combustível.

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segunda-feira, abril 28, 2008

"Admirável Mundo Novo"


«O governo por meio de cacetes e de pelotões de execução, de fomes artificiais, de detenções e deportações em massa não é somente desumano (parece que isso não inquieta muitas pessoas, actualmente); é - pode demonstrar-se - ineficaz. [...] Um estado totalitário verdadeiramente "eficiente" será aquele em que o todo-poderoso comité executivo dos chefes políticos e o seu exército de directores terá o contrôle de uma população de escravos que será inútil constranger, pois todos eles terão amor à sua servidão. Fazer que eles a amem, tal será a tarefa, atribuída nos estados totalitários de hoje aos ministérios de propaganda, aos redactores-chefes dos jornais e aos mestres-escolas.»

Prefácio a "Admirável Mundo Novo" - Aldous Huxley 1946
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terça-feira, abril 15, 2008

Emissões de CO2

Um pouco por todo o lado - EUA, RU, China, Índia - estão em concurso ou construção novas centrais eléctricas a carvão, o combustível fóssil mais poluente (o dobro em relação ao gás natural). Isto devia ser motivo de preocupação. James Hansen tem sido incansável na sensibilização de governantes para este problema.
As citações são retiradas desta carta ao Governador do Nevada.



«A direct implication is that we cannot be aiming for a 50, 80 or 90 percent reduction of emissions. We must transition over the next several decades to practically zero net CO2 emissions. Thus our energy focus must be to develop renewable energies and energy efficiency.»




«There is no such thing as “clean coal”»



«One reason that the cost of coal has been shooting up is that coal is a finite resource requiring increasing efforts for extraction. The notion that the United States has a 200-year supply of economically extractable coal is a myth.»
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domingo, janeiro 27, 2008

A Shell reconhece o "Pico Petrolífero" dentro de 7 anos!



Há tempos, o nosso brilhante presidente executivo da GALP, eng. Manuel Ferreira de Oliveira, dizia na Grande Entrevista a Judite de Sousa da RTP (ver arquivo e procurar áudio Ferreira de Oliveira) o seguinte - face à pergunta da jornalista sobre a inquietação pelo petróleo ter chegado aos cem dólares e poder chegar aos 150 dólares até final de 2008 - :

- «Se eu tivesse que fazer uma projecção, diria que em 2008 vamos ver o preço cair para os 70-75 dólares por barril, e não há razão nenhuma, nenhuma, para que essa quebra não seja superior.»

Sobre as reservas de petróleo:

-«hoje, a relação entre as reservas e a produção é de 43, 44 anos [...] Nós poderiamos discutir um bocadinho sobre futurologia, mas os que pensam sobre estas coisas dizem que o pico do consumo de petróleo vai ocorrer por volta de 2020-2030, a partir do qual começa a declinar. [...] A partir de 2020-2030 prevê-se um declínio paulatino da produção e do consumo, que vai sendo substituida por outras fontes energéticas alternativas» - eu acrescentaria, essas alternativas vão aparecer milagrosamente, no momento exacto em que precisarmos!

Pelos vistos, o Sr. Engenheiro é um optimista, mas parece um pouco distraído e iludido pelas recentes descobertas no Brasil. Se o que ele considera serem os conhecedores destas coisas são as companhias petrolíferas, então veja-se o comunicado da SHELL:

«We are experiencing a step-change in the growth rate of energy demand due to rising population and economic development. After 2015, easily accessible supplies of oil and gas probably will no longer keep up with demand.»

Ou seja, a Shell admite que, embora haja muito petróleo para extrair, já a partir de 2015 poderemos vir a ter problemas de abastecimento de um recurso que é a base fundamental da Civilização Moderna e que, portanto, não pode ser substituído de um dia para o outro!

Ver também aqui , aqui, aqui e ainda aqui

As afirmações do presidente da GALP não dão o sinal correcto aos cidadãos e consumidores, porque leva-os a pensar que não há problema de maior e portanto, apesar do preço estar um bocado mais alto, podem continuar a espatifar um recurso essencial que começa a escassear. Claro que o interesse dele não é o interesse público, mas o dos seus accionistas, evidentemente.
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sábado, janeiro 26, 2008

Qual é a gravidade das Alterações Climáticas...




....e o tempo para agir?

How dire is the climate situation? Consider what Rajendra Pachauri, the head of the United Nations' prestigious Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), said last month:

"If there's no action before 2012, that's too late. What we do in the next two to three years will determine our future. This is the defining moment."

Pachauri has the distinction, or misfortune, of being both an engineer and an economist, two professions not known for overheated rhetoric.
Ler mais em «Desperate times, desperate scientists».
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A Civilização Moderna

«The most significant characteristic of modern civilization is the sacrifice of the future for the present, and all the power of science has been prostituted to this purpose»

William James
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sábado, janeiro 19, 2008

Plan B - Lester Brown




«Keeping the [global economic] bubble from bursting will require an unprecedented degree of international cooperation to stabilize population, climate, water tables, and soils - and at wartime speed. Indeed, in both scale and urgency the effort required is comparable to the US mobilization during World War II.»

Lester R. Brown, Plan B (2003)


Lester R. Brown publicou recentemente Plan B 3.0 - Mobilizing to Save Civilization, o livro está disponível online, por capítulos. Destaque para "The Great Mobilization":


«There are many things we do not know about the future. But one thing we do know is that business as usual will not continue for much longer. Massive change is inevitable. Will the change come because we move quickly to restructure the economy or because we fail to act and civilization begins to unravel?»

«Shifting Taxes and Subsidies

The need for tax shifting—lowering income taxes while raising levies on environmentally destructive activities—has been widely endorsed by economists. For example, a tax on coal that incorporated the increased health care costs associated with mining it and breathing polluted air, the costs of damage from acid rain, and the costs of climate disruption would encourage investment in clean renewable sources of energy such as wind or solar.»
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sexta-feira, janeiro 18, 2008

O Progresso


«Human progress is neither automatic nor inevitable. We are faced now with the fact that tomorrow is today. We are confronted with the fierce urgency of now. In this unfolding conundrum of life and history there is such a thing as being too late…We may cry out desperately for time to pause in her passage, but time is deaf to every plea and rushes on. Over the bleached bones and jumbled residues of numerous civilizations are written the pathetic words: Too late.” »

Martin Luther King Jr. Ler mais...

terça-feira, janeiro 15, 2008

Filosofia, Fé e Ciência


When thinking changes your mind, that's philosophy.
When God changes your mind, that's faith.
When facts change your mind, that's science.
WHAT HAVE YOU CHANGED YOUR MIND ABOUT? WHY?

Science is based on evidence. What happens when the data change? How have scientific findings or arguments changed your mind?"

in "Edge"

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sexta-feira, janeiro 11, 2008

Platão sobre a Política


"One of the penalties for refusing to participate in politics is that you end up being governed by your inferiors."

"A penalização por não participares na política, é acabares a ser governado pelos teus inferiores"

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sexta-feira, dezembro 07, 2007

O que é o Progresso?

«When you warn people about the dangers of climate change, they call you a saint. When you explain what needs to be done to stop it, they call you a communist.»

George Monbiot, "What is Progress?" Ler mais...

quarta-feira, julho 25, 2007

A indústria petrolífera reconhece incapacidade para satisfazer procura a prazo


"My father rode a camel. I drive a car. My son flies a jet-plane. His son will ride a camel."
Saudi Arabian saying

Esta notícia (ver "press release") é relevante, não tanto pelo conteúdo (isto já vinha sendo dito, por exemplo, pela ASPO) mas porque é o "establishment" da indústria petrolífera que o reconhece agora: não haverá petróleo que chegue para as necessidades:

«Humanity is approaching an unprecedented crisis when not enough oil and gas will be produced to keep industrial civilisation running, the world's top oilmen warned last week.

The warning – which is being hailed as a "tipping point" on both sides of the Atlantic – marks the first time that the industry has accepted that it may soon no longer be able to meet demand for its products. In "Facing the Hard Truths about Energy" (sumário do relatório a verde), it gives authoritative support to concern about impending shortages, following a similar alert by the International Energy Agency less than two weeks ago.

The 420-page report, the most comprehensive study ever carried out into the industry, has been produced by the National Petroleum Council, a body of 175 authorities that reports to the US government. It includes the heads of the world's big oil companies including ExxonMobil, Chevron, ConocoPhillips, Occidental Petroleum, Shell and BP.

It is also remarkable for the conversion of its chairman, Lee Raymond, the recently retired chief executive of ExxonMobil, who led opposition against action to tackle global warming, and became environmentalists' most prominent bogeyman. The report argues for "an effective global framework" to manage emissions of carbon dioxide – "incorporating all major emitters" – and urges the US to cut the pollution that causes climate change.

The report concludes that "the global supply of oil and natural gas from the conventional sources ... is unlikely to meet ... growth in demand over the next 25 years". It says that "many observers think that 80 per cent of existing oil production will need to be replaced by 2030" to keep up present supplies "in addition to volumes required to meet existing demand." But, it adds, there are "accumulating risks to replacing current production and increasing supplies".

Though vast amounts of oil and gas remain underground, "complex challenges" and "global uncertainties" are likely to put an end to "the sufficient, reliable and economic energy supplies upon which people depend". And the crunch could come sooner, with oil production becoming "a significant challenge as early as 2015". This chimes with the International Energy Agency's prediction that oil supplies could become "extremely tight" in five years.

The predictions should send a shiver down humanity's collective spine as a shortage of oil and gas has been predicted to cause industrial collapse, market crashes, resource wars and a rise in poverty. Some forecast that fascist regimes will rise out of the chaos.

Chris Skrebowski, editor of the Energy Institute's Petroleum Review, said the report's publication showed the industry "'fessing up that it really has a problem on its hands". Until now, he said, "companies, full of share options, have been terrified of frightening the markets" by revealing the truth.

The report says the fuel efficiency of cars should be increased "at the maximum rate possible" and there should be a crackdown on 4x4s. It calls for "aggressive energy efficiency standards for buildings, and measures to "set an effective cost for emitting carbon dioxide" to combat global warming.» Artigo retirado do jornal "The Independent"

Análise ao Relatório no Energy Bulletin.


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quarta-feira, julho 18, 2007

Sobre a Política


"Não há pior analfabeto que o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. O analfabeto político é tão burro que se orgulha de o ser e, de peito feito, diz que detesta a política. Não sabe, o imbecil, que da sua ignorância política é que nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, desonesto, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo."

Bertolt Brecht (1898-1956)

Mais citações de Brecht aqui.
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