sexta-feira, agosto 11, 2006

LÍBANO: A DESTRUIÇÃO DE UM PAÍS

Israel está há um mês a castigar todo um país de forma totalmente criminosa. Por muitas razões que Israel possa ter, e não tem muitas (ler carta de John Berger subscrita por Harold Pinter, Noam Chomsky, entre outros, dirigida à imprensa internacional; e ainda este texto da "The Christian Science Monitor" sobre a pretensa culpa do Hezbollah no iniciar deste conflito), a verdade é que se trata de uma luta absolutamente desigual e injusta para o povo libanês.
Como se pode ver neste mapa dos bombardeamentos ( actualizações do mapa aqui), Israel tem cometido verdadeiros crimes de guerra pelos quais deveria ser julgado.
Por muito simbólico que seja, subscreva a petição às Nações Unidas para a criação de um Tribunal Penal Internacional para Israel, à semelhança do que foi criado para a ex-Jugoslávia.
As condições de vida em Gaza e na Cisjordânia têm-se deteriorado, agora que as atenções estão voltadas para outro lado. Também existem organizações judaicas que estão contra esta guerra, como a Jewish Voice for Peace .

2 comentários:

Luis Rocha disse...

A minha assinatura pelo julgamento dos crimes de guerra israelitas já está!

Hoje a vitimização dos judeus devido ao chamado "holocausto" perdeu toda a legitimidade.

Não se pode usar crimes de guerra para justificar outros de crimes de guerra.

Até porque são gerações diferentes em lugares diferentes.

A geração dos judeus europeus da década de 1930, ficou conhecida como uma geração de vítimas e sobreviventes.

Apartir de 1948 com a formação violenta e sangrenta do estado de Israel, tem se formado sucessivas gerações conhecidas como gerações de carrascos e opressores com total desprezo pelas vidas e direitos dos povos árabes na palestina e países vizinhos (e mesmo dentro de Israel em que são tratados como cidadãos de terceira).

Hoje os israelitas são cada vez mais odiados pelo mundo inteiro, não por racismo ou anti-semitismo, mas porque se tornaram um estado militarista genocida, tal como a alemanha nazi de que ainda se dizem vítimas, para escamotear os seus crimes actuais.

O facto de alguns descendentes de vítimas se terem tornado carrascos não deve ser visto como outra coisa que não uma ironia da história.

Os crimes de guerra devem ser sempre julgados seja quem for que os cometa.

Cumprimentos, de outro blogger que anuncia o pico do petróelo
Luís Rocha

Anónimo disse...

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