
sexta-feira, agosto 11, 2006
LÍBANO: A DESTRUIÇÃO DE UM PAÍS

sábado, agosto 05, 2006
Documentário online : a dependência do petróleo
PROTOCOLO DE ESGOTAMENTO DO PETRÓLEO: O LIVRO
quinta-feira, agosto 03, 2006
Energia Nuclear: uma análise multidisciplinar.
Paper 1 - An introduction to nuclear power – science, technology and UK policy context
Paper 2 - Reducing CO2 emissions - nuclear and the alternatives
Paper 3: Landscape, environment and community impacts of nuclear power
Paper 4 - The Economics of Nuclear Power
Paper 5: Waste and decommissioning
Paper 6: Safety and security
Paper 7: Public Perception and Community Issues
Paper 8: Uranium Resource Availability
"A Economia do Hidrogénio": uma miragem!
segunda-feira, julho 24, 2006
Finança Ética, exemplo da Noruega
domingo, julho 23, 2006
A Globalização Económica será desejável? É melhor pensar duas vezes!
sábado, julho 22, 2006
AMBIENTE VS ECONOMIA
segunda-feira, julho 17, 2006
NOVO AEROPORTO: MAIS UM PROJECTO DESASTROSO?
A projectada construção de um novo aeroporto de Lisboa na OTA é justificada, sobretudo, pela incapacidade da Portela de dar resposta ao crescente tráfego aéreo. O pressuposto de crescimento contínuo de tudo o que é variável económica funda-se num vício de análise que nunca põe em causa o modelo subjacente. Ora, assume cada vez mais importância uma questão que coloca sérias reservas a estas projecções exponenciais de crescimento de tráfego aéreo: o esgotamento progressivo do petróleo. A "newsletter" nº 67 de Julho de 2006 da ASPO Association for the Study of Peak Oil and Gas ou Associação para o Estudo do Pico do Petróleo e do Gás refere um artigo da Revista da Indústria Aeronáutica Internacional Airways intitulado "Peak Oil – The Collapse of Commercial Aviation" de Alex Kuhlman. O relatório "The Oil Crisis and its Impact on the Air Cargo Industry" do Institute for the Analysis of Global Security é igualmente revelador das dificuldades que aí vêm. Este artigo e este outro parecem colocar bem o problema. A aviação comercial não poderá, portanto, crescer indefinidamente num contexto de esgotamento do petróleo, matéria-prima do querosene, daí que a construção de um grande novo aeroporto tenha que ser muito bem ponderada.
quinta-feira, julho 13, 2006
ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E SEGURADORAS
DISTRIBUIÇÃO DAS RESERVAS DE PETRÓLEO

The world had 1.2 trillion barrels of proven oil reserves at the end of 2005, according to BP. If overall production continues at last year's rate, known oil will last for 41 years. But it will run out more slowly in some countries than in others. At today's extraction rate, Saudi Arabia's reserves, which account for more than a fifth of the world total, will last for 66 years.
PROTOCOLO SOBRE O ESGOTAMENTO DO PETRÓLEO; OIL DEPLETION PROTOCOL

WHEREAS the passage of history has recorded an increasing pace of change, such that the demand for energy has grown rapidly in parallel with the world population over the past two hundred years since the Industrial Revolution;
WHEREAS the energy supply required by the population has come mainly from coal and petroleum, such resources having been formed but rarely in the geological past and being inevitably subject to depletion;
WHEREAS oil provides ninety percent of transport fuel, is essential to trade, and plays a critical role in the agriculture needed to feed the expanding population;
WHEREAS oil is unevenly distributed on the Planet for well-understood geological reasons, with much being concentrated in five countries bordering the Persian Gulf;
WHEREAS all the major productive provinces of the World have been identified with the help of advanced technology and growing geological knowledge, it being now evident that discovery reached a peak in the 1960s, despite technological progress and a diligent search;
WHEREAS the past peak of discovery inevitably leads to a corresponding peak in production during the first decade of the 21st Century, assuming no radical decline in demand;
WHEREAS the onset of the decline of this critical resource affects all aspects of modern life, such having grave political and geopolitical implications;
WHEREAS it is expedient to plan an orderly transition to the new World environment of reduced energy supply, making early provisions to avoid the waste of energy, stimulate the entry of substitute energies, and extend the life of the remaining oil;
WHEREAS it is desirable to meet the challenges so arising in a co-operative and equitable manner, such to address related climate change concerns, economic and financial stability, and the threats of conflicts for access to critical resources.
NOW IT IS PROPOSED THAT
A convention of nations shall be called to consider the issue with a view to agreeing an Accord with the following objectives:
• to avoid profiteering from shortage, such that oil prices may remain in reasonable relationship with production cost;
• to allow poor countries to afford their imports;
• to avoid destabilizing financial flows arising from excessive oil prices;
• to encourage consumers to avoid waste;
• to stimulate the development of alternative energies.
Such an Accord shall have the following outline provisions:
• The world and every nation shall aim to reduce oil consumption by at least the world depletion rate.
• No country shall produce oil at above its present depletion rate.
• No country shall import at above the world depletion rate.
• The depletion rate is defined as annual production as a percent of what is left (reserves plus yet-to-find).
• The preceding provisions refer to regular conventional oil—which category excludes heavy oils with cut-off of 17.5 API, deepwater oil with a cut-off of 500 meters, polar oil, gas liquids from gas fields, tar sands, oil shale, oil from coal, biofuels such as ethanol, etc.
Detailed provisions shall cover the definition of the several categories of oil, exemptions and qualifications, and the scientific procedures for the estimation of Depletion Rate.
The signatory countries shall cooperate in providing information on their reserves, allowing full technical audit, such that the Depletion Rate may be accurately determined.
The signatory countries shall have the right to appeal their assessed Depletion Rate in the event of changed circumstances.
sábado, abril 22, 2006
ENERGIA NUCLEAR , OPÇÃO COM FUTURO?
Há um ponto prévio a ter em conta neste debate. Os recursos energéticos não são ilimitados e a sua utilização tem sempre alguma contrapartida. O recurso excessivo aos combustíveis fósseis está a conduzir às alterações climáticas, a energia nuclear produz resíduos que subsistem por milhares de anos, a construção de grandes barragens hidroeléctricas ou os biocombustíveis competem por terra arável com a produção alimentar, etc.
De facto, se não tomarmos consciência de que é necessário reduzir a intensidade energética e o consumo de recursos nas sociedades modernas, então todas as opções energéticas, incluindo a nuclear, serão porventura insuficientes para satisfazer a procura.
Neste contexto, os defensores da opção nuclear apresentam-na como uma alternativa segura, limpa e económica para responder às necessidades crescentes de energia nas próximas décadas.
Num estudo publicado em 2003 pelo MIT (1) intitulado “O Futuro da Energia Nuclear”, embora se defenda que a energia nuclear poderá contribuir para minorar o problema das emissões de GEE, também se diz que “Não encontrámos e, com base no conhecimento actual, não cremos ser realista esperar que venham a existir novas tecnologias de reactores e de ciclos de combustível que simultaneamente ultrapassem os problemas relativos ao custo, segurança, resíduos e proliferação”. Por exemplo, a opção tecnológica mais económica implica maiores riscos para a gestão dos resíduos a longo prazo.
A proliferação de resíduos acarreta um risco adicional, o do terrorismo internacional. Um relatório parlamentar britânico qualifica o risco de ataques terroristas “impressionante e alarmante”
Quanto à segurança, não parece haver dúvidas de que pouco evoluíu.
Do ponto de vista económico, tanto o estudo do MIT como o estudo da Shell sobre os cenários energéticos para 2050 (2) afirmam claramente que a energia nuclear não é competitiva com as fontes tradicionais num mercado liberalizado, ou seja, sem apoio estatal. É necessário ter em conta não apenas o investimento inicial, mas os custos de manutenção, os custos com o transporte, tratamento e armazenamento de resíduos, e ainda os custos com o desmantelamento ao fim de 40 a 60 anos. A energia nuclear seria competitiva apenas com uma internalização dos custos das emissões de CO2 que rondasse entre os 100-200 US$/tonelada (os valores actuais nas bolsas de transacção de carbono europeias rondam os 30 US$/tonelada). Esta circunstância, no entanto, também é válida para as fontes renováveis de geração de energia eléctrica, em que a eólica, por exemplo, já é competitiva com o gás natural, mesmo sem considerar a emissão de CO2.
O MIT afirma que melhorias nos custos da energia nuclear, embora plausíveis, não foram ainda provadas.
Uma qualidade atribuída ao nuclear, por oposição a algumas renováveis (a eólica, por exemplo) é a sua fiabilidade enquanto gerador de electricidade. O vento é instável e a energia eólica não é armazenável, ao passo que as centrais nucleares garantiriam um fluxo regular e fiável. No entanto, as necessidades de manutenção e a escassez de água (necessária para os reactores) em muitas regiões podem comprometer igualmente essa fiabilidade, como o provam as sete centrais permanentemente encerradas ao longo dos últimos dois anos em todo o mundo.
Finalmente, a questão da energia limpa e dos GEE. Como já vimos, a energia nuclear não é uma energia limpa. Os resíduos radioactivos representam um perigo permanente para a saúde pública ao longo de milhares de anos. Um destacado cientista britânico, baseado no relatório “Avoiding Dangerous Climate Change” (3), considera que uma concentração de 550 ppmv (4) (partes por milhão em volume) de CO2, que serve de base , por exemplo, para os cenários da Shell, acarretaria consequências catastróficas para os ecossistemas. A energia nuclear poderia contribuir para alguma redução na emissão de CO2, mas essa redução teria um impacto limitado (700 novos grandes reactores reduziriam em apenas 1/7 os GEE para estabilizar as emissões em 500 ppmv (5)) e a partir de certo limiar (que se prende com a mineração do urânio) essa vantagem poderia ser anulada por comparação com fontes de produção convencionais, como o gás natural(6). Por outro lado, estimativas oficiais prevêem um acréscimo de apenas 5% na produção de electricidade via nuclear até 2020 a nível mundial para um acréscimo de consumo que poderá ir até 75%. Até lá, pelo menos, outras respostas teriam que ser encontradas para o problema dos GEE.
É preciso sobretudo reduzir as emissões dos transportes e aí a energia nuclear nada adianta.
A conservação e eficiência energética têm que ser a principal aposta. A eficiência pode duplicar, simplesmente pela aplicação de tecnologias já existentes. Outros estudos sugerem uma melhoria por um factor de 4 ou mais. Sistemas de produção de energia eléctrica descentralizada, a antítese do nuclear, como a microgeração de energia (7) utilizando a eólica e o solar, entre outras, têm grande potencial e constituem já parte da estratégia energética, por exemlo, do Reino Unido. Os governos têm aqui um papel importante no sentido de estimular mudanças, através da I&D ou da fiscalidade.
Enfim, existem muitas opções bem mais sustentáveis que o nuclear. Por isso é importante promover o debate público e uma certa pedagogia quanto ao uso da energia.
4 actualmente rondam os 379 ppmv, com as consequências que já se notam
Artigo publicado originalmente no Jornal Esquerda nº 10, pág. 12 PDF
quarta-feira, março 01, 2006
O Dólar: alicerce do Império Americano
sábado, fevereiro 25, 2006
Poupança de Energia: sabia que....?
Sabia que os aparelhos que são deixados em "standby" nas nossas casas, ou seja, que não são completamente desligados, tais como televisores, computadores, carregadores de telemóveis ligados à tomada, HI-FI´s, leitores de DVD´s, etc, são responsáveis por cerca de 10% do consumo residencial de energia eléctrica?
Segundo este estudo conjunto da Agência Internacional de Energia (IEA) e da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), organizações das quais Portugal faz parte, o consumo doméstico de energia eléctrica por aparelhos em "standby" é responsável, nos países membros da IEA, por uma média de 10% do total da procura residencial de energia eléctrica.
Os custos da Guerra do Iraque
Os custos económicos (despesas dos EUA, sem contar a destruição provocada à economia iraquiana) desta guerra imoral e selvagem, para além do sofrimento humano, são gigantescos, como se pode ver no seguinte "link":
OS CUSTOS DA GUERRA
A comparação com os recursos necessários para fins sociais ou de ajuda internacional aumenta ainda mais o escândalo que é esta guerra.
Estes custos são em primeira análise suportados pelos cidadãos norte-americanos, mas dada a hegemonia económica dos EUA no mundo, mais cedo ou mais tarde, todos nós acabaremos por pagar a factura, seja pela via da inflação, seja pela via de taxas de juro mais altas, ou de ambas!
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"A People´s History of the United States"
O autor é Howard Zinn.
www.peopleshistoryoftheus.com Ler mais...
quarta-feira, novembro 09, 2005
A Civilização do Petróleo
- A dotação planetária total de petróleo líquido convencional não renovável era grosso modo de dois biliões de barris antes da humanidade começar a sua exploração. Desde meados do Séc. XIX até hoje, o mundo queimou cerca de um bilião de barris de petróleo, metade do total que jamais existiu, representando a parte mais fácil de obter e a de maior qualidade. A metade que resta inclui o petróleo mais díficil de obter, líquidos de menor qualidade, semisólidos e sólidos.
- As descobertas de petróleo a nível global atingiram o seu pico em 1964 e têm seguido uma firme linha descendente desde então .
- A taxa de utilização de petróleo acelerou tremendamente desde 1950. A explosiva taxa de crescimento da população mundial ocorreu em paralelo com as nossas taxas de utilização do petróleo ( na realidade, o petróleo permitiu a explosão populacional).
- O mundo está agora a utilizar 27 mil milhões de barris de petróleo por ano. Se cada gota do bilião de barris remanescente pudesse ser extraído aos actuais rácios de custos e às actuais taxas de produção - o que é extremamente improvável - a totalidade da dotação existente duraria apenas mais uns 37 anos.
- Na realidade, uma parte substancial da metade remanescente do petróleo mundial nunca será recuperável.
- Após o pico de produção, a procura mundial excederá a capacidade mundial de produção de petróleo.
- Após o pico de produção, o esgotamento prosseguirá a 2 a 6% ao ano, enquanto a população mundial continuará a aumentar (por algum tempo)
- Mais de 60% do petróleo remanescente situa-se no Médio Oriente.
- Os Estados Unidos possuem 3% das reservas de petróleo remanescente no mundo, mas consumem 25% da produção diária mundial.
- Os Estados Unidos ultrapassaram o pico de produção em 1970 com a taxa anual de produção caindo para metade desde então - de cerca de 10 milhões de barris por dia em 1970 para pouco mais de 5 milhões em 2003.
- O rácio da energia despendida pela indústria petrolífera dos EUA para retirar o petróleo do subsolo relativamente à energia produzida por esse mesmo petróleo caíu de 28:1 em 1916 para 2:1 em 2004 e continuará a cair.»
in "The Long Emergency - Surviving the converging catastrophes of the twenty-first century"
James Howard Kunstler
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Avian Influenza - Gripe Aviária
Segundo a "Science & Vie", as autoridades francesas, por exemplo, estão a levar muito sério esta ameaça. Para ter uma ideia da potencial gravidade desta ameaça, o Instituto Nacional de Vigilância Sanitária francês estima, para o pior cenário, que tal pandemia poderia afectar entre 9 e 21 milhões de franceses, com uma taxa de mortalidade que poderia atingir 70%, ou 6,3 a 14,7 milhões de mortos!
É importante que todos levem esta ameaça muito a sério, informando-se e sendo exigente com as autoridades. Esta será a melhor forma de evitar os piores cenários.
No passado ocorreram gripes deste género, a mais grave em 1918, a chamada Gripe Espanhola. O impacto foi tal que alguns consideram que teve um papel fundamental no derrube de três impérios: Hohenzollerns na Alemanha, Habsburgos na Áustria e Romanovs na Rússia.
Este tipo de gripe aviária é recorrente e os focos de propagação têm-se localizado no Extremo Oriente, em países como o Vietname, a China, etc. As condições sanitárias deficientes, a pobreza e o contacto directo com os animais facilitam o desenvolvimento e disseminação da doença. Este é um bom exemplo de como vivemos de facto num só mundo, um mundo muito integrado e interdependente.É também a prova de como a cooperação internacional é essencial.
quinta-feira, outubro 13, 2005
O Planeta numa encruzilhada



A edição especial de Setembro da "Scientific American" debruça-se sobre os caminhos que o Planeta Terra e a nossa Civilização Industrial têm pela frente: desde o Colapso, tema sobre o qual existe uma literatura "florescente", até àquele que soubermos construir de forma consciente e equilibrada. Os tópicos abordados poderão ser encontrados aqui
Os Limites do Crescimento
quinta-feira, outubro 06, 2005
Ameaças à Segurança Alimentar
A segurança alimentar tem vindo a enfrentar novas ameaças como sejam a redução da biodiversidade, as alterações climáticas, a erosão dos solos, a escassez de água, a prática de uma agricultura industrial, etc.
No entanto existem formas de contrariar esta tendência:
Ler: Cultivating Food Security
terça-feira, outubro 04, 2005
Contra a Directiva Bolkestein

Basicamente, esta directiva pretender liberalizar os serviços na Europa através do nivelamento por baixo dos salários, agravando ainda mais a desigualdade social. Na prática, um médico polaco ou um canalizador eslovaco desempregados nos seus países poderiam vir trabalhar para Portugal auferindo um salário equivalente ao do seus países de origem.
Proteste subscrevendo a petição
quarta-feira, setembro 28, 2005
Mapa de Portugal do Séc. XXII ?
terça-feira, setembro 27, 2005
A Suécia

Não existem sociedades perfeitas, é um facto. No entanto, algumas merecem especial atenção por aquilo que conseguem proporcionar aos seus cidadãos. A Suécia é certamente um desses casos. Embora não seja um país muito rico em termos do seu Produto Interno Bruto “per capita” traduzido em capacidade de poder de compra (20º lugar), figura no entanto na 6ª posição do Índice de Desenvolvimento Humano de 2005, publicado recentemente pelo Programa das Nacões Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Este índice tem em consideração, para além do tradicional PIB “per capita”, indicadores de saúde e educação, proporcionando assim um retrato mais equilibrado do nível de desenvolvimento de um país.
O que a situação da Suécia demonstra é que mais desenvolvimento social, um maior bem-estar não se obtém apenas e só com mais rendimento. A Suécia constitui também um modelo que tem incomodado os adeptos de um excessivo liberalismo económico, traduzido no chamado pensamento único do “Consenso de Washington”.
Este artigo de um jornalista americano é uma descrição interessante da sociedade sueca, por oposição à sociedade americana, símbolo do mercado livre.
sexta-feira, setembro 09, 2005
O Petróleo, outra vez!
Pode parecer que o autor deste blog está obcecado com o petróleo, mas a verdade é que este tema está longe de ser uma matéria que deva preocupar apenas economistas ou engenheiros. O seguinte artigo , sobre o livro cuja capa aparece aqui ao lado, é bem revelador disso mesmo.
Ler mais...quarta-feira, setembro 07, 2005
Os pés de barro da "Única Super Potência”
terça-feira, setembro 06, 2005
Conheça o Mundo em que Vive
"Click" na Bandeira para aumentar
BURKINA FASO
COLÔMBIA
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
UNIÃO EUROPEIA 
SOMÁLIA
ANGOLA
BRASIL
CHINA
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segunda-feira, setembro 05, 2005
Participe nesta campanha
Pressione os fabricantes de automóveis a participarem no esforço de redução de gases com efeito de estufa que provocam o aquecimento da atmosfera. Apesar das inovações tecnológicas, os construtores de automóveis continuam a resistir à introdução de padrões mais exigentes na emissão de poluentes Envie a mensagem aqui - TAKE ACTION Ler mais...
domingo, setembro 04, 2005
Portugal ajuda EUA com 2% das reservas petrolíferas
É curioso que um país como o nosso, onde o preço da gasolina já aumentou mais de 25% só este ano, contribua para que o maior consumidor de gasolina do mundo (consome mais de 50% da produção mundial de gasolina!!!) prossiga o esbanjamento de energia. Apesar do desastre no Golfo, os EUA têm petróleo mais que suficiente para as suas necessidades vitais. Se calhar deviam era habituar-se a usarem menos o automóvel. Estamos a falar de um país onde o galão (3.785 litros) custa, em média, menos de três dólares, o que é considerado muito caro. Ou seja, os americanos pagam 63 cêntimos por litro, quando por cá já vai em 1.27 €uros! E em breve pagaremos muito mais! Precisamente devido ao aumento da procura dos EUA no mercado mundial. Ler mais...
quinta-feira, setembro 01, 2005
Corrupção e Desenvolvimento
A corrupção é um forte entrave ao desenvolvimento. O economista do Banco Mundial Daniel Kaufmann no artigo "Dez mitos sobre governação e corrupção" diz que, por exemplo, Portugal poderia atingir os níveis de rendimento da Finlândia se houvesse uma estratégia de combate à corrupção:
"We estimate that a country that improves its governance from a relatively low level to an average level could almost triple the income per capita of its population in the long term, and similarly reduce infant mortality and illiteracy".
Ou seja, a longo prazo, um combate eficaz à corrupção e a melhoria da qualidade da governação em geral poderia conduzir a um aumento de quase o triplo no rendimento "per capita". Significativo!
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terça-feira, agosto 30, 2005
Furacões
A frequência e intensidade crescentes deste fenómeno na região das Caraíbas e Golfo do México, e no Pacífico Ocidental (designado nesta região por Tufão) poderão estar relacionadas com o aquecimento global (Ler artigo do Serviço Meteorológico EUA: Furacões e Aquecimento Global), nomeadamente com o aumento da temperatura dos oceanos.
O número de furacões de intensidade máxima (escala de 1 a 5) tem aumentado, com consequências tremendas, não só em perdas humanas, mas também com prejuízos materiais que ameaçam inclusive a estabilidade do sistema financeiro e das economias em geral.
Furacões como o Katrina, que afectou seriamente quatro Estados do sul dos EUA, poderão custar, só em termos de indemnizações pagas pelas companhias de seguros, 26 mil milhões de dólares. Os custos económicos totais poderão chegar aos 100 mil milhões de dólares (Actualização: poderão ultrapassar os 200 mil milhões de dólares, mais que o PIB português). E este não é o primeiro furacão da época a provocar graves danos. E provavelmente não será o último. Também a indústria petrolífera tem sido sucessivamente afectada por este fenómeno, interrompendo a produção e danificando as plataformas de exploração "off-shore".
É por estas razões que as companhias de Resseguros levam muito a sério o problema do aquecimento global, visto estarem na linha da frente dos que assumem as perdas. Ver Muniche RE.
No entanto, os custos destas catástrofes serão progressivamente repercutidos pela economia mundial, sobretudo pela via do aumento dos prémios. Segurar as plataformas petrolíferas, por exemplo, tenderá a ser mais caro.
Para quem sugere que tomar medidas contra o aquecimento global tem elevados custos económicos, deverá pensar então nos custos económicos desse mesmo aquecimento global, traduzido, entre outros fenómenos, pela violência crescente dos furacões.
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quinta-feira, agosto 25, 2005
Ásia: 600 000 000 de crianças sem comida, sem cuidados de saúde e sem casa

Revela a Organização Não Governamental PLAN num relatório publicado há dias:
Ver aqui
Child poverty in Asia: new report launchedPress Release, 22 August 2005
Despite Asia’s booming economy 600 million children - almost half the region’s 1.25 billion under-18s - are severely deprived of basic needs such as food, healthcare and shelter (compared with 265 million in sub-Saharan Africa). And over 350 million Asian children live in absolute poverty * according to a new report by Plan.
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quarta-feira, agosto 24, 2005
Terrorismo Americano

Robertson calls for assassination of Chavez
Televangelist Pat Robertson has called for the assassination of Venezuelan President Hugo Chavez, calling him a "terrific danger" to the United States
E "eles" ainda dizem que andam a combater o terrorismo; "eles" são na verdade, isso sim, os maiores terroristas.
Pois, como o Chávez não lhes dá a exploração do petróleo de bandeja para eles continuarem a esbanjarem energia abjectamente e os outros que se lixem, é um perigo para a América, pois claro!
Claro que não se trata de um membro do Governo, mas estes sacrílegos de extrema direita que ousam chamar-se cristãos têm muita influência nos círculos do poder!
Mais em:
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segunda-feira, agosto 22, 2005
ECONOMIA: UM TORNADO NO HORIZONTE

A integração da Economia Mundial é um facto. É por isso que a capa desta edição do "The Economist" sugere tempos agitados para a economia portuguesa no futuro próximo. Depois da febre bolsista, outra ainda maior se lhe seguiu, a especulação imobiliária. O fenómeno, de âmbito mundial, fruto de taxas de juro muito baixas, provocou aquilo que o Economist designa como a maior bolha especulativa da História. Nos EUA gerou uma sensação de enriquecimento que sustentou por mais algum tempo os altos níveis de consumo e endividamento. Quando os preços caírem, o que já começou a acontecer em alguns países, seguir-se-ão falências, queda do consumo e o próprio sistema bancário poderá mesmo enfrentar sérios problemas.
Por cá, no entanto, só se fala de projectos megalómanos para os quais não temos dinheiro. Não nos estamos a prevenir minimamente!
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CAMPANHA PELO FIM DAS ARMAS NUCLEARES
In the 60th Anniversary year of the US bombings of Hiroshima and Nagasaki, the Nuclear Non-Proliferation Treaty Review Conference met at the UN in New York City to discuss the fate of a treaty in serious disarray. The Mayors for Peace, led by Mayors of Hiroshima and Nagasaki have enrolled hundreds of mayors across the globe in the Emergency Campaign to Ban Nuclear Weapons. On May 1st, on the eve of the opening day of the NPT Review Conference, tens of thousands of people - including mayors, civic officials and citizens from around the globe - marched in the streets of New York City demanding the total abolition of nuclear weapons and the end of nuclear excuses for war.
Para mais informação ver:
http://www.abolitionnow.org/
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domingo, agosto 21, 2005
A INDÚSTRIA DOS INCÊNDIOS

José Gomes Ferreira
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A evidência salta aos olhos: o país está a arder porque alguém quer que ele arda. Ou melhor, porque muita gente quer que ele arda. Há uma verdadeira indústria dos incêndios em Portugal. Há muita gente a beneficiar, directa ou indirectamente, da terra queimada.
José Gomes Ferreira Sub-director de Informação da SIC Notícias
Oficialmente, continua a correr a versão de que não há motivações económicas para a maioria dos incêndios. Oficialmente continua a ser dito que as ocorrências se devem a negligência ou ao simples prazer de ver o fogo. A maioria dos incendiários seriam pessoas mentalmente diminuídas. Mas a tragédia não acontece por acaso. Vejamos: 1 - Porque é que o combate aéreo aos incêndios em Portugal é TOTALMENTE concessionado a empresas privadas, ao contrário do que acontece noutros países europeus da orla mediterrânica? Porque é que os testemunhos populares sobre o início de incêndios em várias frentes imediatamente após a passagem de aeronaves continuam sem investigação após tantos anos de ocorrências? Porque é que o Estado tem 700 milhões de euros para comprar dois submarinos e não tem metade dessa verba para comprar uma dúzia de aviões Cannadair? Porque é que há pilotos da Força Aérea formados para combater incêndios e que passam o Verão desocupados nos quartéis? Porque é que as Forças Armadas encomendaram novos helicópteros sem estarem adaptados ao combate a incêndios? Pode o país dar-se a esse luxo? 2 - A maior parte da madeira usada pelas celuloses para produzir pasta de papel pode ser utilizada após a passagem do fogo sem grandes perdas de qualidade. No entanto, os madeireiros pagam um terço do valor aos produtores florestais. Quem ganha com o negócio? Há poucas semanas foi detido mais um madeireiro intermediário na Zona Centro, por suspeita de fogo posto. Estranhamente, as autoridades continuam a dizer que não há motivações económicas nos incêndios... 3 - Se as autoridades não conhecem casos, muitos jornalistas deste país, sobretudo os que se especializaram na área do ambiente, podem indicar terrenos onde se registaram incêndios há poucos anos e que já estão urbanizados ou em vias de o ser, contra o que diz a lei. 4 - À redacção da SIC e de outros órgãos de informação chegaram cartas e telefonemas anónimos do seguinte teor: "enquanto houver reservas de caça associativa e turística em Portugal, o país vai continuar a arder". Uma clara vingança de quem não quer pagar para caçar nestes espaços e pretende o regresso ao regime livre. 5 - Infelizmente, no Norte e Centro do país ainda continua a haver incêndios provocados para que nas primeiras chuvas os rebentos da vegetação sejam mais tenros e atractivos para os rebanhos. Os comandantes de bombeiros destas zonas conhecem bem esta realidade. Há cerca de um ano e meio, o então ministro da Agricultura quis fazer um acordo com as direcções das três televisões generalistas em Portugal, no sentido de ser evitada a transmissão de muitas imagens de incêndios durante o Verão. O argumento era que, quanto mais fogo viam no ecrã, mais os incendiários se sentiam motivados a praticar o crime... Participei nessa reunião. Claro que o acordo não foi aceite, mas pessoalmente senti-me indignado. Como era possível que houvesse tantos cidadãos deste país a perder o rendimento da floresta - e até as habitações - e o poder político estivesse preocupado apenas com um aspecto perfeitamente marginal? Estranhamente, voltamos a ser confrontados com sugestões de responsáveis da administração pública no sentido de se evitar a exibição de imagens de todos os incêndios que assolam o país. Há uma indústria dos incêndios em Portugal, cujos agentes não obedecem a uma organização comum mas têm o mesmo objectivo - destruir floresta porque beneficiam com este tipo de crime. Estranhamente, o Estado não faz o que poderia e deveria fazer: 1 - Assumir directamente o combate aéreo aos incêndios o mais rapidamente possível. Comprar os meios, suspendendo, se necessário, outros contratos de aquisição de equipamento militar. 2 - Distribuir as forças militares pela floresta, durante todo o Verão, em acções de vigilância permanente. (Pelo contrário, o que tem acontecido são acções pontuais de vigilância e combate às chamas). 3 - Alterar a moldura penal dos crimes de fogo posto, agravando substancialmente as penas, e investigar e punir efectivamente os infractores 4 - Proibir rigorosamente todas as construções em zona ardida durante os anos previstos na lei. 5 - Incentivar a limpeza de matas, promovendo o valor dos resíduos, mato e lenha, criando centrais térmicas adaptadas ao uso deste tipo de combustível. 6 - E, é claro, continuar a apoiar as corporações de bombeiros por todos os meios. Com uma noção clara das causas da tragédia e com medidas simples mas eficazes, será possível acreditar que dentro de 20 anos a paisagem portuguesa ainda não será igual à do Norte de África. Se tudo continuar como está, as semelhanças físicas com Marrocos serão inevitáveis a breve prazo.
José Gomes Ferreira
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POUPAR ÁGUA
SECA: Quercus alerta para o que cada cidadão pode fazer
A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, baseada no Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água aprovado em Dezembro de 2001 vem contribuir para uma das componentes importantes a ter em conta no dia a dia da gestão de recursos hídricos e em particular em período de seca – a actuação dos cidadãos através de pequenas remodelações que podem efectuar em suas casas e através da mudança de comportamentos.
Eficiência na gestão da água é imperativo ambientalOs recursos hídricos não são ilimitados e em situação de escassez a sua gestão deve ser ainda mais cuidada porque:- Uma maior eficiência corresponde obviamente a redução dos caudais captados e portanto a uma maior salvaguarda e segurança no abastecimento e salvaguarda dos recursos;- Corresponde a um interesse económico a nível nacional (poupança de água representa 0,64% do Produto Interno Bruto nacional);- Aumenta naturalmente a competitividade das empresas nos mercados nacional e internacional.- Uma maior racionalidade de investimentos, minimizando ou mesmo evitando em alguns casos a necessidade de ampliação e expansão dos sistemas de captação e tratamento de água;- Trata-se de um interesse económico ao nível dos cidadãos, na medida em que permite uma redução dos encargos com a utilização da água sem prejuízo da qualidade de vida;- Constitui uma obrigação de Portugal no âmbito da Directiva-Quadro da Água.O que podemos fazer?Autoclismos- Ajuste do autoclismo para o volume de descarga mínimo (quando aplicável);- Uso de descarga de menor volume, ou interrupção da descarga, para usos que não necessitem da descarga total (e.g. urina);- Colocação de lixo em balde apropriado a esse fim, evitando deitar lixo na bacia de retrete e a descarga associada;- Redução do volume de armazenamento (colocando garrafas, pequenas barragensplásticas, etc.), evitando no entanto usar objectos que se deteriorem ou que impeçam o bom funcionamento dos mecanismos;- Não efectuar descargas desnecessárias do autoclismo;- Reutilização de água de outros usos para lavagem da bacia de retrete (em situações de escassez);- Aquisição ou substituição de autoclismos, eventualmente associados a retretes específicas, mais eficientes.Chuveiros- Utilização preferencial do duche em alternativa ao banho de imersão;- Utilização de duches curtos, com um período de água corrente não superior a 5 minutos;- Fecho da água do duche durante o período de ensaboamento;- Em caso de opção pelo banho, utilização de apenas 1/3 do nível máximo da banheira;- Recolha da água fria corrente até chegar a água quente à torneira, para posterior rega de plantas ou lavagens na habitação (em situação de escassez);- Utilização de recipiente para certos usos (lavagem de vegetais, de mãos, etc.) e reutilização no autoclismo ou na rega consoante apropriado (em situação de escassez);- Adopção de um modelo com menor caudal sempre que for necessária a substituição de um chuveiro;- Utilização de torneiras misturadoras, monocomando ou termoestáticas, que permitem também diminuir o consumo por utilização já que permitem a redução do desperdício até a água ter a temperatura desejada (por eliminação do tempo de regulação da temperatura e facilidade de abertura e fecho).- Adaptação de dispositivos convencionais através da instalação de arejador, de redutor de pressão (anilha ou válvula) ou de válvula de seccionamento.Torneiras (lavatório, bidé, banheira e lava-loiça)- Minimização da utilização de água corrente para lavar ou descongelar alimentos (com utilização alternativa de alguidar), para lavagem de louça ou roupa (com alguidar), para escovar os dentes (com uso de copo ou fechando a torneira durante a escovagem), para fazer a barba (com água no lavatório ou com utilização alternativa de máquina eléctrica) ou lavar as mãos;- Verificação do fecho correcto das torneiras após o uso, não as deixando a pingar;- Utilização da menor quantidade de água possível para cozinhar os alimentos, usando alternativamente vapor, microondas ou panela de pressão (poupando água, vitaminas e melhorando o sabor);- Utilização de alguma água de lavagens, enxaguamento de roupa ou louça ou de duches (com pouco detergente) para outros usos, como sejam lavagens na casa e, por períodos limitados, em rega de plantas (também para encher autoclismos, desligando previamente as torneiras);- Utilização da água de cozer vegetais para confeccionar sopas ou para cozer outros vegetais (no frigorífico dura vários dias);- Sempre que necessária a substituição de uma torneira, optar por um modelo com menor caudal;- A utilização de dispositivos mais eficientes permite diminuir o consumo; entre os diferentes mecanismos existentes destacam-se as torneiras com maior ângulo de abertura do manípulo, com redutor de caudal, com dispositivo arejador, com dispositivo pulverizador, com fecho automático ou torneiras com comando electrónico; - Recurso a torneiras misturadoras, monocomando ou termoestáticas;- Adaptação de dispositivos convencionais através da instalação de arejador ou de redutor de pressão (anilha ou válvula).Máquinas de lavar roupa- Consulta das instruções do equipamento, particularmente no que se refere às recomendações relativas aos consumos de água, energia e detergente;- Utilização da máquina apenas com carga completa;- Não utilização de programas com ciclos desnecessários (e.g. pré-lavagem);- Selecção dos programas conducentes a menor consumo de água;- Regulação da máquina para a carga a utilizar e para o nível de água mínimo, se possuir regulador para esse fim;- Substituição de máquinas de lavar roupa no fim de vida por outras mais eficientes em termos de uso de água e energia e com maior flexibilidade para adaptação dos programas à necessidades de lavagem.Máquinas de lavar louça- Cumprimento das instruções do equipamento, particularmente no que refere às recomendações relativas aos consumos de água, energia e aditivos (detergente, sal e abrilhantador);- Utilização da capacidade total de carga sempre que possível;- Minimização do enxaguamento da louça antes de a colocar na máquina;- Não utilização de programas com ciclos desnecessários (e.g. enxaguamento);- Selecção de programas conducentes a menor consumo de água;- Regulação da máquina para a carga a utilizar e para o mínimo nível de água, se possuir regulador para esse fim;- Lavagem de louça na máquina em vez de a lavar à mão;- Limpeza regular dos filtros e remoção de depósitos;- Substituição de máquinas de lavar louça no fim de vida por outras mais eficientes em termos de uso de água e energia e com maior flexibilidade para adaptação dos programas à necessidades de lavagem.
http://quercus.sensocomum.pt/pages/defaultArticleViewOne.asp?storyID=1112
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Um só Mundo ; One World

Um Só Mundo, A Ética da Globalização - Peter Singer
O livro trata quatro grandes questões mundiais: as alterações climáticas, o papel da Organização Mundial do Comércio, os direitos humanos e a intervenção com fins humanitários, e a ajuda externa. Singer aborda cada uma destas questões fundamentais de uma perspectiva ética e apresenta alternativas à abordagem estadocêntrica que caracteriza actualmente a teoria e as relações internacionais. Em relação às alterações climáticas, por exemplo, o autor vê a questão ética como dizendo respeito a um recurso mundial comum - a capacidade da atmosfera para absorver gases residuais. De que parte deste recurso se devem apropriar os países desenvolvidos e que parte deve ser deixada aos países em vias de desenvolvimento? Relativamente à OMC, Singer pergunta se a organização permite que o comércio livre se sobreponha a todos os outros valores e passa em revista os dados que comprovam os que desmentem a ideia de que a globalização é benéfica para os pobres. Ao considerar os direitos humanos, o autor pergunta até que ponto podemos criar leis mundiais de protecção dos direitos humanos e quais deverão ser os critérios determinantes de uma intervenção quando estes direitos são violados. Por fim, Singer analisa as obrigações dos países ricos no auxílio dos países pobres.
Colocando um desafio ousado às perspectivas limitadas e nacionalistas dos definidores de políticas, dos políticos e dos líderes dos Estados Unidos e de outros países, Singer apresenta pormenorizadamente uma forma prática de considerar as questões mundiais contemporâneas sob o prisma da ética.
Esgotamento dos Recursos

Como evitar guerras petrolíferas, terrorismo e colapso económico
Richard Heinberg
Autor de Powerdown - Options and Actions for a Post-Carbon World (New Society Publishers 2004)
Neste momento a maior parte das pessoas bem informadas está consciente de que a produção global de petróleo poderá atingir em breve o seu pico histórico, e de que as consequências provavelmente serão severas. Muitos países importantes na produção de petróleo (tais como os Estados Unidos, a Indonésia, o Irão) e algumas regiões inteiras (tal como o Mar do Norte) já ultrapassaram os seus máximos de produção. A cada ano, aproximadamente, mais um país atinge um plateau de produção ou principia o seu declínio terminal.
Texto integral em:
http://www.resistir.info/energia/heinberg_ago05.html
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Os limites do crescimento

Uma segunda actualização do clássico "Os Limites do Crescimento" publicado em 1972 pelo Clube de Roma
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